


Afrofuturismo Cultura Digital Experiências Imersivas Oficinas
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Um laboratório que reúne a complexidade cultural e identitária dos povos da diáspora africana com a arte contemporânea e as novas tecnologias. Espaço-tempo que promove o desenvolvimento de produções afrocentradas e o posicionamento do povo negro no centro das visões de futuro.

O projeto visa o encontro - uma confluência - entre mestres quilombolas da cultura afro-brasileira e artistas e ativistas da cultura digital, com o objetivo de realizar um laboratório ancestro-futurista. Um lugar de imersão voltado à produção de afrotopias que misturam saberes ancestrais afrocentrados e novas tecnologias, para a criação de peças de artes visuais em multilinguagens.










O Hacklab consistiu em três residências artísticas realizadas em setembro de 2024, em três territórios quilombolas do estado de São Paulo.
A partir de uma pesquisa e mapeamento dos quilombos do estado, foram escolhidos os territórios com base nas características de cada comunidade e nos diferentes saberes salvaguardados pelas mestras de cada quilombo.
Os artistas participantes foram selecionados por meio de uma chamada aberta, considerando a proposta enviada e o potencial de entrelaçamento entre os saberes quilombolas e a prática artística.
Quilombos & Mestras

@quilombodafazenda
Quilombo da Fazenda
Localizado entre a praia e o sertão em Ubatuba (SP), é um território de resistência com mais de 200 anos de história que promove turismo de base comunitária, gastronomia quilombola e diversas atividades culturais organizadas pela comunidade.
Natalina, Cida e Carmem foram as mestras que compartilharam as memórias e os fazeres da arte de tecer a taboa.

@quilombodacacandoca
Quilombo da Caçandoca
Pertinho do mar, está localizado no extremo sul de Ubatuba (SP), e é um território composto por muitas histórias que permeiam seu reconhecimento, titulação e a permanência na luta pela terra e pelo modo de vida tradicional.
Dona Neide foi a mestra que compartilhou com os artistas sua pesquisa em plantas medicinais e brincadeiras quilombolas.

@casa.quilombola
Quilombo do Cafundó
Localizado no interior de São Paulo e fundado em 1888, Cafundó guarda em suas tradições orais a sabedoria de uma língua africana que se constituiu no Brasil chamada de cupópia.
Regina, Marcos e Juvenil compartilharam os saberes da cupópia, memórias e filosofias ancestrais e estamparia botânica.

Artistas


Chris Tigra
Atua com práticas artísticas multifacetadas, na qual investiga as questões prementes relacionadas à natureza e à condição humana.
@ch_tigra
Felipe Nunes
É artista visual e pesquisador de estéticas negras da nova era. Investiga a percepção de tempo e os processos de reterritorialização dos povos africanos no Brasil.
@f.nunes.s
Guilherme Viera
É artista gráfico e computacional, em seu trabalho explora as possibilidades estéticas da intersecção das ferramentas digitais e analógicas.
@_guilhermesv
Negalê Jones
Artista sonoro e educador em pesquisa perene sobre ritmos naturais e as relações entre bio eletricidadee etno botânica.
@jonesnegale
André Anastácio
Diretor do Lab